Fotos Barragem S.J.Barra SP

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terça-feira, 23 de março de 2010

PCH menor impacto ambiental

É evidente que uma PCH pode causar menor impacto do que uma grande central hidrelétrica, contudo, dentro das especificidades socioambientais de uma região, pode infligir impactos graves e irreversíveis para um bioma determinado e para as populações que nele e dele vivem.
Enfim, torna-se imprescindível, nesse caso, o levantamento de todos os impactos ambientais relevantes e a adoção de medidas mitigadoras ou compensatórias, a fim de se harmonizar o empreendimento com o meio ambiente e às atividades econômico-social e financeira da comunidade local.

São diversas as naturezas de medidas que visam aumentar a viabilidade de um empreendimento, ou mesmo adequá-lo às restrições legais e anseios da comunidade, de forma que sua implantação e operação, embora implicando alterações no meio ambiente, sejam as mais harmônicas possíveis com a preservação ambiental, caminhando em direção ao tão desejado desenvolvimento sustentável.

É preciso que o projeto tenha sua elaboração compatível com as exigências legais, bem como, a discriminação das medidas mitigadoras e/ou compensatórias, advindas dos estudos de analise de impactos sócio-ambientais, para que nenhum embargo venha ocorrer tanto no período da implantação do empreendimento quanto posteriormente, onde esse já constar em fase de operação e as modificações solicitadas impactem no processo ocasionando maiores prejuízos.

Participar da construção de uma PCH é um oportunidade única. No projeto das PCHS Retiro e Palmeiras, situadas a 90km de Rib. Preto a geração em cada uma é de 16,5 megawats.
Os órgãos ambientais não liberam a construção enquanto que não seja liberado as licenças ambientais.

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